01) ÁGUA. Se
fornecida pela rede pública de abastecimento, precisa receber um produto para
livrá-la do cloro antes de encher o tanque. Após certo tempo recirculando num
sistema equilibrado, chega a se tornar potável. Sem adição de químicos, é mais
transparente e leve do que o líquido de uma piscina convencional.
02) PEDRAS.
Opcionais, ajudam a compor um visual orgânico. Granitos e gnaisses são os mais
indicados, além de seixos. Evite rochas calcárias e ferrosas, pois podem
liberar minerais.
03) AREIA. De
um tipo especial para lagos, é bastante usada para dar acabamento ao fundo das
piscinas naturais e cobrir suas bordas, onde muitas vezes repousa a manta
elástica. Agradável ao pisoteio, fica momentaneamente em suspensão, tornando a
água turva sempre que alguém entrar no tanque.
04) MANTA DE
BORRACHA. Unanimidade entre os especialistas, o impermeabilizante superelástico
da marca Firestone é disposto sobre uma tela drenante (que protege o material
emborrachado de furos causados por raízes) colocada diretamente no poço
escavado na terra. Sua aplicação também evita que o tanque perca água em caso
de movimentação do terreno e seja contaminado pela água presente no solo do
entorno.
05) FILTRO
BIOLÓGICO E LÂMPADA ULTRAVIOLETA. Dimensionar corretamente esta dupla é o
segredo para um bom banho. Submerso, o primeiro equipamento capta partículas e
sujeiras grandes (como folhas) que flutuam. Depois, a água entra em contato com
bactérias que consomem os micronutrientes (nocivos à saúde) resultantes da decomposição
do material orgânico. Por fim, o líquido é submetido à ação de raios UV,
aliados que eliminam algas e germes. Apenas um especialista pode determinar os
modelos adequados para a piscina, conforme seu tamanho e suas características,
considerando que o conjunto deve funcionar 24 horas por dia, ser silencioso e
durável, além de consumir pouca energia. Observados esses cuidados, a
manutenção se resume às trocas mensal da peneira do filtro e anual da lâmpada.
06) PEIXES.
São importantes porque se alimentam das larvas de insetos. Entre os tipos
indicados, há grandes (como as carpas da foto, os curimbas e os piraputangas) e
pequenos (lambaris, mato-grossos e tetras), além dos que comem todo o limo que
se forma no fundo e nas pedras

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