terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Amor...talvez do passado, talvez do futuro.

 Talvez "nós" não dê em nada, só passe de um acaso, de uma conversa. Mas, embora a gente não tenha expectativa que sejamos "nós" um dia, eu confesso que gosto da possibilidade, dos sonhos, da construção, da ideia que seríamos um casal bacana, mais que bacana.
  Talvez "nós", nunca aconteça novamente, mas eu gosto de pensar que pode acontecer a qualquer momento. Que esse teu perfume possa se misturar ao meu e que teus braços um dia possam me laçar de uma forma que eu mal consiga sair de mim, que dirá de ti.
   Talvez "eu te amo" seja uma frase que nunca diremos novamente um ao outro, mas guardo pra ti uma frase especial: "te gosto". É um gostar meio enigmático, sem promessa, meio confuso, mas existe e tem horas que nem sei administrar por tamanha intensidade.
   Talvez um dia, quem sabe, a gente possa estar no mesmo bar (ou seria pizzaria?), dividir a mesma mesa e sair de mãos dadas dando risada da conversa besta que tivemos. E talvez nessa noite a gente possa se casar ao luar, beijar até amanhecer e ouvir a batida dos nossos corações quebrando o silêncio de um mesmo quarto, nesse momento talvez você concorde em morarmos no litoral e pescarmos o almoço.
  Talvez em meados do apocalipse você possa descobrir que temos muito mais que afinidades.
  Talvez, você consiga notar que juntos formamos uma grande oportunidade de felicidade;
   Mas sobretudo eu tenho consciência, que talvez, talvez, talvez nós nos afastamos no momento certo. 


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