segunda-feira, 29 de novembro de 2010

O Hotel Steinbrenner.

 Mudei-me pra esse hotel em novembro do ano passado, duas camas de solteiro, um roupeiro, criado mudo, uma mesa, tv a cabo, geladeira, pia, fogão, duas cadeiras, banheiro completo. Logo no primeiro dia montei meu mural com fotos e bilhetes e levei um cactos.
 No inicio me sentia muito sozinha lá, mas depois o quarto (não lembro o numero) se tornou o point da galera, os primeiros visitantes, a Nina Rosa, Renatinha, Jarbas e o Fazenda, com sacolas cheias de cervejas mentimos na portaria que íamos fazer um trabalho da unicruz.
Depois chegaram as ferias e galera que continuou em Cruz Alta se uniu ainda mais, e eu me dividia em dar atenção pro Jarbas, pra Barbara e a Fabie, bem tenso!
 No hotel Steinbrenner vivi momentos decisivos na minha vida e possivelmente vou escrever mais vezes, tenho que escrever ainda sobre a Aline de Tupã e o dia mais louco até hoje nossa tem muita coisa mesmo.
  Isso foi uma introdução do que realmente quero postar, no dia 12/12/09 escrevi o seguinte:
Vizinhos Exagerados.
 Me sinto sozinha aqui, a família distante, e esses  vizinhos de traz da minha cozinha tão falantes, creio que não imaginam que eu estou tão próxima, eu em silêncio e no agito deles é um contraste de enlouquecer,
Um casal, dois filhos, um menino e uma menina que aparentam ter menos de dez anos, gostam de ouvir sertanejo e não se importam em lacrar o volume e me obrigar a ouvir também não se envergonham de cantar junto. Normalmente escuto eles as 14h, de que que eles vivem mesmo? pois faltam vidros em suas janelas e as paredes num descombinante amontoado de tijolos e madeiras, nos aproximados dois metros que separam nossas paredes há dois varais que até hoje só vi carregados de roupas, nesse momento os pais saíram e as crianças estão aos berros, deve ser herança genética.

Feliz com o AMOUR (MT)!!

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